Frase da semana

Não temas; doravante serás pescador de homens. (Lc 5, 10)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Vamos ensaiar!!!!

Lá vai o vídeo e a letra da música Conto contigo, Missionário Shalom.

Todo mundo ensaiando a letra e a coreografia da música!!!

Que Deus os abençoe, irmãos!



Conto Contigo
Missionário Shalom

Quando eu não ouvir a Tua voz
E em meio ao deserto eu,então,me encontrar,
A fé me fará ir além,prosseguir.
E o Teu Santo Espírito virá sobre mim!

Quando minha força acabar
E eu descobrir que por mim mesmo "não dá",
A fé me fará ir além,prosseguir.
E o Teu Santo Espírito virá sobre mim!

Eu conto contigo e
Não vacilo se em Ti confiar!
E quando sou fraco,
Tua força vem me sustentar! 



Liberdade religiosa, único caminho para a paz


BOMBAY, terça-feira, 24 de agosto de 2010 (ZENIT.org) - "A liberdade religiosa é o único e verdadeiro caminho que leva à paz", declarou o cardeal Oswald Gracias, arcebispo de Bombai e presidente da Conferência Episcopal Indiana, comentando o tema escolhido por Bento XVI para o próximo Dia Mundial da Paz, em 1º de janeiro de 2011.

 O tema será "Liberdade religiosa, caminho para a paz", "um tema muito importante para a Índia e para o mundo inteiro" e "uma reflexão decisiva para o mundo atual e para a defesa dos direitos fundamentais do homem", sublinhou o cardeal, em uma entrevista com a agência Fides.

 "Respeitar a liberdade religiosa - afirmou - significa que nenhum governo nem nenhuma autoridade civil tem o direito de interferir na essência e na liberdade mais profunda do coração e da alma de um ser humano, dizendo-lhe que religião deveria seguir ou como deve adorar Deus."

"Este é um dos direitos fundamentais do homem, que defenderemos sempre como Igreja" - acrescentou. Ir contra este direito é ir contra a paz e a fraternidade."

Aplicando o tema do próximo Dia Mundial da Paz ao contexto indiano, o cardeal Gracias evocou mais precisamente "o contexto multirreligioso e multicultural", sublinhando a presença na Índia de "grupos que interpretam mal a religião, instrumentalizando-a com outros fins e convertendo-a em um motivo de conflito ou de problema", impedindo toda harmonia na sociedade.

"Como Igreja Católica, buscamos construir boas relações com todo mundo e construir um diálogo que seja respeitoso da liberdade e um caminho efetivo da paz, um bem supremo. Dessa forma, como cristãos, estamos contribuindo para a construção da família humana."

"Mas se o tema do próximo Dia Mundial da Paz é útil para a Igreja na Índia, também é bom para a Igreja na Indonésia", disse, por sua vez, Dom Ignacio Suharyo, arcebispo de Jacarta.

"Discutir sobre um tema tão importante e delicado sempre faz bem - afirmou -, porque também pode servir de reflexão em um contexto no qual o direito à liberdade religiosa é, às vezes, difícil de viver e realizar plenamente."

A Igreja na Indonésia é muito ativa no âmbito do diálogo inter-religioso.

"O tema da liberdade religiosa, em todas as suas implicações, continua sendo o centro não somente dos debates, conferências, discussões entre os líderes religiosos na sociedade civil, mas também no âmbito político. É bom falar e que este tema apresente perguntas e discussões que sejam objeto e centro do dialogo."

"Tenho certeza de que a reflexão do Santo Padre, na qual não deixaremos de aprofundar e difundir, em diálogo com outras comunidades, nos ajudará em nossas relações com outros líderes religiosos e comunidades", concluiu.


Cardeal Oswald Gracias


In: http://www.zenit.org/article-25821?l=portuguese

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Dons de Santificação: O Dom da Fortaleza!



O Dom da fortaleza, também chamado “dom da coragem”, imprime em nossa alma um impulso que nos permite suportar as maiores dificuldades e tribulações, e realizar, se necessário, atos sobrenaturalmente heróicos.
Quando falamos em virtudes heróicas, ninguém pense que só existe heroísmo quando enfrentamos grandes causas. Você faz grandes heroísmos lá no interior da sua casa, no dia-a-dia de sua vida. Veja bem que heroísmo imenso é o de uma mãe que suporta o vício do álcool do marido ou do filho! Às vezes por 10, 20, 40 anos enfrenta aquela dor, aquele sofrimento, por amor a Deus, por doação e caridade. Essa mãe tem o Dom da Fortaleza. O Dom da Fortaleza não é só para os mártires, os grandes confessores da fé. É para cada um de nós. Hoje vemos uma multidão caindo nas tentações. Pode estar faltando o Dom da Fortaleza em muita gente. Saber não cair na tentação, já é um sinal da força desse Dom.
Santa Teresinha nos fala do “heroísmo do pequeno”. A fidelidade às pequenas inspirações que Deus nos faz todo dia e toda hora é fruto do Dom da Fortaleza. Nós deixamos passar ótimas oportunidades quando pequenas cruzes, pequenos sofrimentos vão passando pela nossa vida e nós não os aproveitamos para uma resposta fiel a Deus. Vem um aborrecimento, uma pessoa nos causa feridas porque falou qualquer coisa contra nós. O que fazemos? Há duas respostas: Revidamos com palavras amargas, com evidente menosprezo, com inimizades, etc., ou fazemos de conta que nem ficamos sabendo, não nos importamos com aquilo, etc.. Como funcionou o Dom da Fortaleza? É claro, naquela hora que suportamos a ofensa. O heroísmo está aí. Aprendemos agora um dos caminhos que nos leva a santidade.
São poucas as pessoas que fazem por Deus e pelo próximo aquilo que poderiam fazer mais. Porque, não temos coragem de nos empenharmos em grandes obras. Imaginem o bem que poderíamos fazer se ainda não fôssemos tão comodistas.
Paulo afirma: “Tudo posso naquele que me fortalece”. E nos diz mais: pode suportar as maiores dificuldades e tribulações e praticar, se necessário, atos heróicos. Não pelas suas qualidades pessoais, mas pelo dom da fortaleza que Deus lhe concedeu”. Carta aos coríntios, descrevendo as tribulações pelas quais passou por amor ao Senhor e à Igreja:
“Cinco vezes recebi dos judeus os quarenta açoites menos um. Três vezes fui flagelado com varas. Uma vez apedrejado. Três vezes naufraguei, uma noite e um dia passei no abismo. Viagens sem conta, exposto a perigos nos rios, perigos de salteadores, perigos da parte de meus concidadãos, perigos da parte dos pagãos, perigos na cidade, perigo no deserto, perigos no mar, perigos entre falsos irmãos! Trabalhos e fadigas, repetidas vigílias com fome e sede, freqüentes jejuns, frio e nudez! Além de outras coisas, a minha preocupação quotidiana, a solicitude por todas as Igrejas!” (II. Cor 11,24-28) .
Ao dom da Fortaleza se opõe a timidez, que é o temor desordenado, e também aquele comodismo que impede de caminhar, de querer dar grandes passos. Estacionamos numa espiritualidade medíocre, temos medo de tudo, de prejudicar a amizade, de descontentar alguém e vamos comodamente parando no caminho da perfeição.
Deus lhe abençoe neste dia!

In: http://blog.cancaonova.com/vocacional/page/31/?local=0&id=10393

terça-feira, 17 de agosto de 2010

“Jovens se vocês forem o que devem ser, colocarão fogo no mundo.”

O mundo precisa ser incendiado pela força do jovem; o mundo precisa ser incendiado pela inteligência do jovem; o mundo precisa ser incendiado pelo sonho do jovem; o mundo precisa ser incendiado pela coragem do jovem; o mundo precisa ser incendiado pela alegria do jovem; o mundo precisa ser incendiado pela sabedoria do jovem; o mundo precisa, sobretudo, ser incendiado pela fé do jovem. A juventude pode sim causar uma grande explosão neste mundo fragilizado.

Haja vista, que nossas igrejas estão cada vez mais sedentas por fiéis, e muita mais sedenta estão pela ausência de jovens que já não participam nas missas, nos grupos de jovens, nos ministérios e pastorais. Pois se formos fazer uma pesquisa de campo, verificaremos que o número de jovens que vivem fora da igreja é superior a 95% se compararmos ao número que participa. É uma matemática que nos entristece, mas não nos enfraquece. O Mundo, para a essa maioria exacerbada de jovens é aparentemente mais acessível, mais lindo, mais atraente.

O que estamos fazendo, além de cobrar e esperar que os jovens um dia tomem a iniciativa de incendiar o mundo com toda a sua força? O que estamos fazendo para mostrar aos jovens que será muito importante que eles coloquem fogo no mundo? Pouco. Sim achamos simplesmente, que os jovens são individualistas, egoístas, rebeldes, esquisitos, violentos, medrosos, tímidos. Por isso, o culpamos por tão mesquinha participação nas comunidades e paróquias.

É hora de ajudá-los! É hora de socorrê-los! A igreja precisa ser mais incisiva; a igreja precisa começar a evangelizar mais os pais, para que os pais evangelizem seus filhos, para que crescem na fé; para que sejam educados visando os bons costumes; para que sejam protagonistas de sua própria história, sem deixar que o mundo com suas idéias prontas e mentirosas o tornem vítimas do ceticismo, da miséria e da violência.

Irmãos, somente o evangelho é a grande vacina contra todos os males que o pecado causa à juventude. Por isso, padres, catequistas, missionários e missionárias, chegou a hora de imunizarmos os jovens. Sejamos otimistas, para que o mundo, tão apagado, seja incendiado pela graça de Deus, seja incendiado pela força da juventude. É preciso nos mostrar apaixonados pelo evangelho, e mostrar-lhes que se sabemos incendiar seus corações de vida e esperança, fora porque fomos imunizados pelo evangelho. Revelemo-nos apaixonados pelo evangelho, e veremos mais jovens pondo fogo nos corações de outros jovens sedentos pelo Espírito santo de Deus, sedentos por vida e dignidade.


Seminarista Sebastião Gustavo Siqueira de Andrade
Diocese de Santarém Curso filosofia e Ciência da Religião




Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/gustavo/07.htm

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Superstição: quanto ela influencia sua vida?

Está presente na história e associada a rituais pagãos

A história da humanidade está repleta de relatos relacionados à superstição. Medo de gato preto, não passar debaixo de escadas, botar a imagem de Santo Antônio de ponta-cabeça no copo d’água, dentre tantas outras, são histórias que permeiam a vida de todos nós. As superstições são tão antigas quanto a humanidade. Estão presentes na história e associadas a rituais pagãos em que as pessoas louvavam a natureza.

Quem nunca ouviu falar de uma delas, não é mesmo? Há séculos convivemos com esses costumes, muitas vezes, sem saber como nasceram. Algumas dessas práticas são tão presentes em nosso cotidiano que as multiplicamos automaticamente em nossas vidas. Há relatos de que a roupa branca utilizada, por muitos, no Réveillon, é influência de tribos africanas que vieram para o Brasil no período da escravidão, cor que traduziria paz e purificação. Bater na madeira é um hábito milenar dos pagãos, por acreditarem que as árvores seriam morada dos deuses batiam na madeira como forma de espantar os maus espíritos que rondavam, chamando o poder das divindades.

O termo "superstição" vem do latim "superstitio", origina-se no que acreditamos a partir do conhecimento popular, trata-se de uma crendice sem base na razão ou conhecimento ou ainda algo muito relacionado ao comportamento supersticioso e mágico, ligado à maior ou menor "sorte" em determinada situação.

Desde a Antiguidade, os povos eram cheios de crenças ligadas a aspectos mágicos, identificando situações que dariam ou não sorte àqueles que seguissem determinadas práticas. Muitas superstições nascem de hábitos do passado que fazem sentido, mas cuja razão se perdeu ao longo do tempo, multiplicando uma situação inexistente, que, muitas vezes, vem de modo fácil e tranquilo. Usar a roupa da sorte, a bebida especial, a planta de tal tipo.

A superstição responde à nossa necessidade de segurança, conforme afirmação de Kloetzel. "Não é simples coincidência que, justamente o campo da saúde e da doença, em que nosso desamparo se torna mais evidente, esteja mais 'minado' por toda sorte de crendices" [...]. "Sabe-se também que é entre os idosos, às voltas com a ideia de morte, que o misticismo e a religião encontram maior número de devotos", revela o autor.

Estamos em pleno ano 2010, mas ainda há muitos fatos assim, sem uma base exata; e a verdade é que até aqueles que são mais descrentes, céticos, muitas vezes, vão atrás da "boa sorte".

A verdade é que por mais que digam que a religião possa carregar características supersticiosas, é um grande erro confundir as coisas, pois a religião não é magia. Ato supersticioso é o fato de alguém carregar um talismã, evitar situações, praticar atos de sorte ou coisas do gênero.

Religião é algo que permanece com o tempo e necessário é crer de forma intensa; já a superstição é algo em que não se acredita 100%, mas se faz esta ou aquela simpatia, carrega-se um objeto da sorte.

O que chamamos de comportamento supersticioso nem sempre é comprovado e, muitas vezes, é lendário, ou seja, de tanto se acreditar que algo dá azar ou sorte, a tradição deu àquele número, objeto ou situação um caráter de favorecimento e crença.

E você? Já parou para pensar naquilo que cultiva e acredita? Será que tem dado mais valor às superstições do que à sua vida de cristão?

Fica uma reflexão para revermos como cada um de nós assume medos, crenças e crendices que tantas vezes mobilizam nossas vidas.


Elaine Ribeiro


Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11975

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A confissão e seus efeitos


Este sacramento nos reconcilia com a Igreja


Toda a força da penitência reside no fato de ela nos reconstituir na graça de Deus e de nos unir a Ele com a máxima amizade. Portanto, a finalidade e o efeito deste sacramento são a reconciliação com o Senhor. Os que recebem o sacramento da penitência, com coração contrito e disposição religiosa, “podem usufruir da paz e tranquilidade da consciência, que vem acompanhada de uma intensa consolação espiritual. Com efeito, o sacramento da reconciliação com Deus traz consigo uma verdadeira “ressurreição espiritual, uma reconstituição da dignidade e dos bens da vida dos filhos de Deus, entre os quais o mais precioso é a amizade de Deus.

A fórmula da absolvição em uso na Igreja latina exprime os elementos essenciais deste sacramento: o Pai das misericórdias é a fonte de todo perdão. Ele opera a reconciliação dos pecadores pela páscoa de seu filho e pelo Dom do Espirito, através da oração e ministério da Igreja.

“Deus, Pai de misericórdia, que, pela Morte e Ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para a remissão dos pecados, te conceda, pelo Ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espirito Santo” (Ritual Romano, Rito da Penitência).

Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do purgatório a remissão das penas temporais, consequências dos pecados. Este sacramento nos reconcilia com a Igreja. O pecado rompe ou quebra a comunhão fraterna. O sacramento da penitência a repara ou restaura. Neste sentido, ele não cura apenas aquele que é restabelecido na comunhão eclesial, mas também há um efeito vivificante sobre a vida da Igreja, que sofreu com o pecado de um de seus membros.

Não devemos esquecer que a reconciliação com Deus tem como consequencia, por assim dizer, outras reconciliações capazes de remediar outras rupturas ocasionadas pelo pecado: o penitente perdoado reconcilia-se consigo mesmo no íntimo mais profundo de seu ser, quando recupera a própria verdade interior; reconcilia-se com os irmãos que, de alguma maneira, ofendeu e feriu; reconcilia-se com a Igreja; e reconcilia-se com toda a criação.

Neste sacramento, o pecador, entregando-se ao julgamento misericordioso do Todo-poderoso, antecipa, de certa maneira, o julgamento a que será sujeito no fim da vida terrestre. Pois é agora, nesta vida, que nos é oferecida a escolha entre a vida e a morte, e só pelo caminho da conversão poderemos entrar no Reino do qual somos excluídos pelo pecado grave. Convertendo-se a Cristo pela penitêcia e pela fé, o pecador passa da morte para a vida “sem ser julgado” (cf. Jo 5,24).


Felipe Aquino
(Trecho extraído do livro "Os sete sacramentos" # 60,61,62)



Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11962

Homenagem ao Dia dos Pais


Feliz de nós que temos um pai como você!


Não foram poucas as vezes em que ouvimos sua voz mais enérgica num momento em que a preocupação de nossos dias era a de nos ocuparmos apenas com as brincadeiras de rua.

Naquele tempo, nós não conseguíamos fazer uma leitura do mundo sobre a real necessidade de aprender a obedecer às regras. Noutros tempos, já um pouco mais velhos, mas ainda imaturos, não conseguíamos contornar as dificuldades da vida com a mesma sabedoria que você podia fazê-lo.

Hoje, podemos entender as razões pelas quais, muitas vezes e da sua maneira, estabelecia a ordem.

Sem as suas mãos que nos guiavam não seríamos formados para lutar pelos nossos sonhos ou enfrentar os obstáculos que, em cada etapa, a vida nos desafia.

Sem levar em consideração que deixamos de ser crianças há muito tempo, você ainda nos olha com o mesmo cuidado que se tem com uma.

Feliz de nós que temos um pai como você!


Dado Moura


Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=11965